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    <title>LETRAS-Grupo de Estudos Discursivos (GEDIS)</title>
    <description>LETRAS-Grupo de Estudos Discursivos (GEDIS)</description>
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    <item>
      <title>Publicações</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53702-publicacoes</link>
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      <title>Eventos </title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;EVENTOS REALIZADOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;I Colóquio Internacional Bakhtiniano&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 04 de novembro de 2010, o GEDIS organizou, juntamente com o Departamento de Letras (UFG-CAC), o I Colóquio Internacional Bakhtiniano que contou com a presença de ilustres pesquisadores brasileiros e italianos. João Bôsco Cabral dos Santos (UFU), Maria de Fátima Fonseca Guilherme (UFU), Luciane de Paula (UNESP-Assis), Augusto Ponzio (Universidade de Bari) e Susan Petrilli (Universidade de Bari) foram os professores que compuseram as mesas-redondas da Programação do evento e debateram sobre o viéis dialógico da linguagem no pensamento do Círculo de Bakhtin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" style="width: 368px; height: 419px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/folder_coloquio_bakhtin_programacao.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;I Colóquio de Estudos Discursivos: historicidade epistêmica da AD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 20 de outubro de 2010, o GEDIS organizou, juntamente com o Departamento de Letras (UFG-CAC) o &lt;strong&gt;I Colóquio de Estudos Discursivos&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;com o tema&lt;em&gt; historicidade epistêmica da AD.&lt;/em&gt; O evento contou com a presença do Prof. Dr. Marco Antonio Villarta Neder, da Universidade Federal de Lavras (UFL). O pesquisador proferiu a conferência intitulada &lt;em&gt;Silêncios e deslocamentos na historicidade epistêmica da Análise do Discurso: algumas provocações. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5757-eventos"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53709-eventos</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Downloads</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="titulo"&gt;DOWNLOADS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5756-downloads"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53708-downloads</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Histórico</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;font size="2"&gt;HISTÓRICO&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formalizado em 2009 no Campus Catalão da Universidade Federal de Goiás, o GEDIS - Grupo de Estudos Discursivos é composto por professores pesquisadores, alunos de graduação e de pós-graduação, envolvidos com projetos de pesquisa em diversos corpora discursivos. O grupo desenvolve pesquisas que resultam em publicações individuais e conjuntas, bem como na participação e organização de eventos científicos. A relação de parceria entre os pesquisadores do GEDIS já resultou em publicações de coletâneas, livros, capítulos de livros, artigos em revistas científicas, que pretendem, sobretudo, divulgar pesquisas no contexto dos estudos discursivos realizadas em parceria. No momento, os pesquisadores e participantes do GEDIS articulam-se em torno dos estudos do Círculo de Bakhtin e da Análise do Discurso de linha francesa (Michel Pêcheux e Michel Foucault). O interesse de estudo, que congrega as pesquisas dos membros, encontra-se no estudo do discurso e no pensamento dialógico da filosofia da linguagem de Mikhail Bakhtin e seu Círculo. Assim, o atual projeto contextualiza o interesse no estudo do discurso crítico, sublinhando a literatura, o cinema, a filosofia, a pedagogia, a política, o trabalho e a sociedade como temas de pesquisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;"(...) no ponto de encontro entre a representação e o ser, lá onde se entrecruzam natureza e natureza humana - nesse lugar onde hoje cremos reconhecer a existência primeira, irrecusável e enigmática do homem - o que o pensamento clássico faz surgir é o poder do discurso. Isto é, da linguagem na medida em que ela representa - a linguagem que nomeia, que recorta, que combina, que articula e desarticula as coisas (...)." (Michel Foucault, &lt;em&gt;As palavras e as coisas&lt;/em&gt;, 1981)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5751-historico"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53703-historico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Publicações</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;PUBLICAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CAIXETA, Schneider Pereira. "O uso do inglês em publicidades de festas na cidade de Catalão-GO: discurso, mídia e identidade". Diálogo das Letras, Pau dos Ferros, v. 01, n. 01, p. 264-277, jan./jun.2012. Link para acesso &lt;a href="http://periodicos.uern.br/index.php/dialogodasletras/issue/current/showToc"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa; VIEIRA, Evelyn Cristine. "Identidade docente: notas sobre estágio curricular no contexto do ensino de gramática de língua portuguesa". In: ENTRELETRAS (UFT). Araguaína-TO, v. 3, n. 1, p.153-165, jan./jul, 2012. Link para acesso: &lt;a href="http://www.uft.edu.br/pgletras/index.php?pg=6&amp;op=5&amp;show=sim&amp;id=6"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt; &lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;NUNES, Gisele da Paz; STAFUZZA, Grenissa. (Orgs.). Diversidade nos estudos linguísticos: língua(gem) e discurso. Goiânia: PUC Goiás, 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" style="width: 144px; height: 256px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/Diversidade2.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A diversidade dos estudos linguísticos podem ser concebidos pelos diversos campos do conhecimento que se interessam em pesquisar língua(gem) como a linguística, a sociolinguística, a fonética, a fonologia, a linguística aplicada, a semiótica, a análise do discurso, entre outros. É a partir desses diversos campos de estudos que a presente coletânea Diversidade nos estudos linguísticos: língua(gem) e discurso se constitui: trata-se de uma coletânea bilíngue com sete (07) capítulos em português, sendo o segundo capítulo a tradução do capítulo produzido originalmente em italiano, acrescentando-se a publicação do capítulo original no final da obra, somando-se oito (08) capítulos. Para pensar na atualidade dos estudos linguísticos no Brasil e no exterior sobre língua(gem), consideramos que a coletânea trouxesse aos leitores também a ideia de que diversos campos congregam diversas temáticas, e, assim, mostrar essa diversidade como importante na representatividade das pesquisas sobre ensino de línguas, variação linguística, identidade, signo, discurso etc. A composição da diversidade dos campos de pesquisa e temáticas nos estudos linguísticos ecoa na presente coletânea. A diversidade reflete parcerias diversas, mas não divergentes, uma vez que a coletânea reúne múltiplos interesses em pesquisas, mas que se fundamentam sobre um mesmo eixo de reflexão: os estudos sobre língua(gem). &lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Stafuzza, Grenissa (Org.). SLOVO - O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos. Curitiba: Appris, 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" style="width: 161px; height: 292px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/SLOVO.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A coletânea &lt;em&gt;SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos &lt;/em&gt;encontra-se no entremeio de palavra e discurso, assim como sugere seu título, &lt;em&gt;SLOVO&lt;/em&gt;. A obra reúne pesquisas e diálogos de professores pesquisadores brasileiros e italianos que refletem sobre os escritos de Bakhtin e do Círculo no contexto dos estudos discursivos, seja pelos pressupostos da Análise do Discurso francesa (Pêcheux e Foucault), seja pelos fundamentos da Análise Dialógica do Discurso (Círculo de Bakhtin).  Entre tantas palavras configuradas na obra do Círculo, elegemos para o desenvolvimento dessa coletânea algumas, refiguradas, sobretudo, por serem palavras do discurso: a palavra do outro, com Susan Petrilli; a palavra na arte e a palavra literária, com Marco Antonio Villarta-Neder; a palavra do inacabamento, com Maria de Fátima F. Guilherme de Castro; a palavra autoral, com Luciane de Paula, Marina Haber de Figueiredo e Sandra Leila de Paula; a palavra viva, com João Bôsco Cabral dos Santos; a palavra bivocal, com Grenissa Stafuzza; a palavra na vida, com Augusto Ponzio. Assim, é conjugando palavra e discurso, no percurso das palavras do discurso, que essa coletânea ressoa.  Ao contemplarmos algumas palavras do discurso nos artigos aqui reunidos, desejamos aos interlocutores de &lt;em&gt;SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos &lt;/em&gt;uma escuta responsiva-responsável, onde o pensamento de Bakhtin e do Círculo possa fazer sentido tanto em seus lugares, como no contexto dos estudos discursivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa. Análise do discurso literário: das vozes de Homero em Joyce. Curtiba: Appris, 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" style="width: 164px; height: 292px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/Appris%20Homero.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O discurso é tomado como lugar de enfrentamento social, de acontecimento histórico enquanto devir, de lutas e combates ideológicos, exclusão e adesão a um “pode e deve ser dito”. O discurso se constitui de dizeres selecionados e ilusoriamente controlados pelo sujeito, pois em seu jogo de dispersão a lógica da adesão a determinadas formações discursivas pode ser desarticulada, talvez pelo sujeito questionar as suas próprias verdades, talvez pela linguagem (des)governá-lo. A obra literária, por sua vez, não pode ser vista como unidade imediata, certa, homogênea, uma vez que a dispersão dos sentidos no discurso literário permite aos seus dizeres apresentarem-se repetidos, sabidos, esquecidos, transformados, apagados, ocultados. Sob essa perspectiva, não se trata de examinar um corpus como se tivesse sido produzido por certo sujeito, mas de considerar sua enunciação como o correspondente de uma dada posição sócio-histórica na qual os enunciadores revelam-se substituíveis. Estabelecemos, portanto, uma análise discursiva das vozes de Homero (Odisséia) em James Joyce (Ulisses), considerando as noções de interdiscurso e heterotropia como regularidades de caráter polifônico, uma vez que a condição primeira de tais processos encontra-se em utilizar a voz do outro para enunciar algo, seja um dito já posto, seja um dito (re)significado. Por outro lado, consideramos que para haver heterotropia é condição preliminar a interdiscursividade, pois, como tomar a palavra do outro para deslocar os sentidos atribuídos sem dialogar com o discurso primeiro? Entendemos que os dizeres de Joyce dialogam com outras vozes, entre as quais estão as de Homero que, em alguns momentos, estão em contínuo deslocamento, sempre alterando o sentido do dito e se impregnando de sentidos outros. Nessa acepção, a interdiscursividade e a heterotropização resultam em acontecimentos polifônicos, quando se fazem ouvir, no discurso joyciano, diferentes vozes, articuladas em sentidos referenciais e, por vezes, antagônicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa. "Apontamentos sobre uma análise do discurso da crítica literária universitária". In: REVISTA DO GEL. (Araraquara), v. 8, p. 8-30, 2011. Link para acesso: &lt;a href="http://www.gel.org.br/revistadogel/v8-1_sumario.php"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;SILVA, Samuel Cavalcante. "Modos de subjetivação e constituição identitária do sujeito professor na literatura de autoajuda". In: Linguagem: Estudos e Pesquisas (UFG). Catalão-GO, v. 14, n. 2, p. 177-192, 2010. Link para acesso: &lt;a href="http://www.revistas.ufg.br/index.php/lep/article/view/14728"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane de. (Orgs.). Círculo de Bakhtin: diálogos in possíveis. Série Bakhtin - Inclassificável (4 vols.). Vol. 2. Campinas: Mercado de Letras, 2010&lt;span class="titulo"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" style="width: 225px; height: 264px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/Vol%202.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Organizada e coordenada por Luciane de Paula e Grenissa Stafuzza a Série Bakhtin – Inclassificável composta por 4 volumes é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane de (Orgs.). Círculo de Bakhtin: teoria inclassificável. Série Bakhtin - Inclassificável (4 vols. ). Vol. 1. Campinas: Mercado de Letras, 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" style="width: 176px; height: 330px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/Vol%201.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Organizada e coordenada por Luciane de Paula e Grenissa Stafuzza a Série Bakhtin – Inclassificável composta por 4 volumes é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane (Orgs.). Da análise do discurso no Brasil à Análise do Discurso do Brasil: três épocas histórico-analíticas. Uberlândia: EDUFU, 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" style="width: 133px; height: 235px" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/AD%20no%20Brasil.jpg" /&gt; Esta coletânea traz reflexões sobre a produção teórica da Análise do Discurso no Brasil, o que implica, hoje, na constituição de uma Análise do Discurso do Brasil. Por isso, trabalha com a revisão bibliográfica existente na área, a fim de repensar o quadro da AD de origem francesa produzida no país, ensinada e pesquisada, principalmente, por instituições universitárias brasileiras, a fim de compreender o quadro teórico da AD por meio de sua produção. O livro trata desse arcabouço teórico-analítico construído ao longo da história, no caso específico do Brasil. Somam-se 9 capítulos de autoria dos pesquisadores brasileiros Emília Mendes, Valdir do Nascimento Flores e Marlene Teixeira, Fernanda Mussalim e Sírio Possenti, Gilberto de Castro, João Bôsco Cabral dos Santos, Dylia Lysardo-Dias, Marco Antonio Villarta-Neder, Ida Lúcia Machado, bem como um capítulo do pesquisador francês Patrick Charaudeau, na língua original e uma tradução. Todos os capítulos tratam de seus temas relacionando a AD produzida na França e a realizada no Brasil, pensam as questões históricas e teóricas a partir, claro, de um ponto de vista específico e esse é o tom do conjunto da obra. Tom, aliás, de algumas análises discursivas realizadas no Brasil.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5755-publicacoes"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53707-publicacoes</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Linhas de Pesquisa</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="titulo"&gt;LINHAS DE PESQUISA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Análise dialógica do discurso (Círculo de Bakhtin)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Congrega projetos de pesquisa que se orientam a partir da dialogicidade da linguagem. Os trabalhos que se inserem nesta linha de pesquisa tem como fundamento teórico o pensamento filosófico do Círculo de Bakhtin e projetam-se na problematização das noções e dos conceitos pensados pelo filósofo da linguagem e seu Círculo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Discurso, Literatura, Instituição e Mídia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reúne projetos de pesquisa que se orientam na Análise do Discurso francesa para pensar diversos corpora discursivos a partir de objetos literários, institucionais e midiáticos. Os trabalhos que se inserem nesta linha de pesquisa trabalham com diversas noções e conceitos formulados na Análise do Discurso, tendo como principais interlocutores as produções teóricas de base formuladas por Michel Pêcheux e Michel Foucault, bem como teorias mais recentes formalizadas por Dominique Maingueneau e Patrick Chauraudeau. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Formação e funcionamento discursivos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os projetos inseridos nesta linha de pesquisa orientam-se na concepção discursiva de analisar as formações e os funcionamentos discursivos em diversos corpora com vistas a observar como são construídos e como funcionam nos domínios de produção, gerência e circulação os objetos discursivos postos em análise.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;br /&gt;
 "(...) toda palavra serve de expressão a um em relação ao outro. Através da palavra, defino-me em relação ao outro, isto é, em última análise, em relação à coletividade. A palavra é uma espécie de ponte lançada entre mim e os outros". (Mikhail Bakhtin, &lt;em&gt;Marxismo e Filosofia da Linguagem&lt;/em&gt;, 2010)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5752-linhas-de-pesquisa"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53704-linhas-de-pesquisa</link>
      <guid>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53704-linhas-de-pesquisa</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gedianos</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;GEDIANOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;PESQUISADORES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Grenissa Bonvino Stafuzza - Líder (UFG-CAC) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=C953980"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;João Bôsco Cabral dos Santos (UFU) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=B575622"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Luciane de Paula (UNESP-Assis) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=B523589"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Marcos Lúcio de Sousa Góis (UFGD) &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=C412338"&gt;lattes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Maria de Fátima Fonseca Guilherme (UFU) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=P879275"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;PÓS-GRADUANDOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Aldenir Chagas Alves &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=W6186371"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Edilair José dos Santos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=W2833911"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Evelyn Cristine Vieira &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=E0725712"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Lady Daiane Martins Ribeiro &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=S8308094"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Luís Fernando Bulhões Figueira &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=C883771"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Samuel Cavalcante da Silva &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=W6757027"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;ESPECIALISTAS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Fabio Marcio Gaio de Souza &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4239616Z0"&gt;lattes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Mary Rodrigues Vale Guimarães &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=S3592200"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Rozely Martins Costa &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=S0941966"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;GRADUANDOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Lucas Garcia da Silva &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=H1682087"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Schneider Pereira Caixeta &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=H2518817"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;"(...) todo discurso é o índice potencial de uma agitação nas filiações sócio-históricas de identificação, na medida em que ele constitui ao mesmo tempo um efeito dessas filiações e um trabalho (...) de deslocamento em seu espaço. (Michel Pêcheux, &lt;em&gt;O discurso - estrutura ou acontecimento&lt;/em&gt;, 2006)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5754-gedianos"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53706-gedianos</link>
      <guid>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53706-gedianos</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Contato</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="titulo"&gt;CONTATO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Email: &lt;a href="mailto:gedisufg@gmail.com"&gt;gedisufg@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acesse o &lt;a href="http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0106802P1BISMV"&gt;GEDIS&lt;/a&gt; no CNPQ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5758-contato"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53710-contato</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Projetos</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;PROJETOS DE PESQUISA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;Rede Goiana de Pesquisa sobre Trabalho, Discurso e Identidade (FAPEG)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coordenadora:&lt;/strong&gt; GRENISSA BONVINO STAFUZZA &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Objetivo Geral da Rede: &lt;/strong&gt;Refletir sobre trabalho, discurso e identidade a partir de diversos contextos e setores de atividades na sociedade, analisando os possíveis sentidos que trabalho possa ter ou vir a ter.  &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fundamentos da Rede:&lt;/strong&gt; Quando verificamos a acepção da palavra trabalho no dicionário há, pelo menos, vinte (20) significados e treze (13) expressões. Os sentidos passam por “trabalho operário”, “qualquer obra realizada”, “local onde se exerce essa atividade”, “tarefa para ser cumprida; serviço”, “atividade que se destina ao aprimoramento ou ao treinamento físico, artístico, intelectual, etc.” (HOUAISS, 2010, eletrônico). Nesse sentido, podemos dizer que uma dona de casa, um músico, um designer gráfico, um físico, um técnico de futebol, um metalúrgico, um professor e um estudante exercem seus trabalhos de modo a revelar seus posicionamentos identitários na sociedade em que vivem. Tais posicionamentos são constituídos numa dinâmica social mediada pela linguagem e pela cultura: um professor ou um técnico esportivo possuem status diferenciados e, sob essa perspectiva, são suas funções, aquilo que é executado por eles, que definem suas posições sociais. Debater sobre o tema trabalho, discurso e identidade significa refletir sobre os vários sentidos que emergem a partir da análise de diversos setores de atividades atuantes na sociedade. A presente Rede de Pesquisa encontra-se fundamentada na Análise do Discurso (AD) considerando seus diálogos com teorias de diversas áreas do conhecimento que pensam sobre a temática proposta, especialmente, as Ciências Sociais. Pretendemos que o projeto proposto reflita sobre a possibilidade não de uma, mas de diversas análises, não de um, mas dos discursos que circulam na sociedade sobre o tema em estudo. Nesse sentido, entendemos trabalho não somente em suas acepções, mas também relacionado às suas condições de produção, às construções de sentidos que surgem de um enunciado sobre trabalho, por exemplo, e dos efeitos de verdades que possui tal enunciado quando são produzidos. Assim, temos como hipótese inicial que um metalúrgico constituiria um sentido para trabalho que poderia se distanciar do sentido que trabalho possa vir a ter para um analista de sistemas. Posto assim, trabalho relaciona-se à identidade como condição para o estabelecimento da conduta social do sujeito trabalhador. A partir disso, podemos coletar um corpus de pesquisa para analisar os sentidos produzidos sobre trabalho e identidade, observando as especificidades do corpus, seja uma mídia impressa ou uma mídia eletrônica. É preciso lembrar que o sentido não é posto, pois ele nasce através da utilização da linguagem na interação social, ou seja, consideramos no projeto a questão do outro, uma vez que é a partir da consciência do outro que o sujeito produz o discurso. Daí pensarmos na representação social que a mídia impressa (jornais e revistas, em especial) e eletrônica (informativos, artigos e vídeos) estabelecem com/sobre o trabalhador, suas identidades, por meio da divulgação de seus textos, que, hipoteticamente, são – anteriores às representações do mundo – representações de relações sociais marcadas pelos sujeitos nelas inseridos.  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Áreas da Agenda Goiana de Programas de Fomento à Pesquisa:&lt;/strong&gt; 2 - Conhecimento e Expressão Humana  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Instituições pertencentes a esta Rede de Pesquisa: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
UFG - Universidade Federal de Goiás &lt;br /&gt;
STR - Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Catalão &lt;br /&gt;
SIMECAT - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Catalão &lt;br /&gt;
SRC - Sindicato Rural de Catalão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projetos de pesquisas que se vinculam à Rede: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O discurso do trabalho na publicidade, de Schneider Pereira Caixeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O discurso do trabalho na literatura de autoajuda, de Franciele Graebin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O trabalho dignifica o homem&lt;/em&gt;: efeitos de sentido de &lt;em&gt;trabalho&lt;/em&gt; na mídia sindical, de Grenissa Bonvino Stafuzza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acesse a Rede Goiana de Pesquisa sobre Trabalho, Discurso e Identidade no site da FAPEG &lt;a href="http://www.fapeg.go.gov.br/gestor/print_indicador_rede.php?rede=492"&gt;clicando aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;Efeitos de sentido no discurso acadêmico institucional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coordenadora: GRENISSA BONVINO STAFUZZA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; Os efeitos de sentido dizem respeito aos diferentes elementos históricos, sociais e linguísticos que perpassam as enunciações produzidas em todo e qualquer discurso. No discurso institucional acadêmico, esses sentidos configuram-se em vozes sociais traduzidas pela consciência valorativa dos grupos de professores e pesquisadores da instituição, revelando suas escolhas e trajetórias teóricas, que refletem seus posicionamentos teóricos e institucionais. Sob essa perspectiva, o mote da pesquisa sugere a discussão sobre o processo de formação de professores, com o objetivo de analisar, tomando como corpus documentos institucionais - Projeto Pedagógico Curricular (PPC), fichas de disciplinas, planos de cursos, linhas de pesquisa, natureza teórica das publicações científicas em periódicos especializados etc. - os efeitos de sentido que perpassam (constituem) o discurso acadêmico institucional. Em relação às escolhas teóricas, a ideia inicial é fomentar uma discussão no que diz respeito às diversas áreas do conhecimento que fundamentam os documentos oficiais institucionais que, por sua vez, orientam as práticas pedagógica, epistemológica e institucional de um curso de Letras (Licenciatura). A determinação da grade curricular, por exemplo, individualiza o discurso acadêmico vinculando-o à historicidade da instituição. Assim, o discurso acadêmico torna-se institucional a partir de sua constituição enunciativa, ou seja, cada instituição, segundo sua natureza sócio-histórica, estabelece uma relação com o discurso acadêmico que se instaura enquanto representação nas práticas acadêmico-institucionais, sendo que os documentos institucionais fundamentam e orientam essa prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projetos de pesquisa que se vinculam a este projeto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O discurso trágico na moda de viola, de Aldenir Chagas Alves.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O discurso pedagógico acerca do conceito de fluência nas escolas de idiomas, de Evelyn Cristine Vieira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O interdiscurso na literatura de autoajuda, de Lady Daiane Martins Ribeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sujeito professor na análise do discurso de autoajuda, de Samuel Cavalcante da Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso do inglês na publicidade de festas em Catalão-GO: discurso, mídia e identidade, de Schneider Pereira Caixeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;A construção do discurso crítico literário universitário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coordenadora:&lt;/strong&gt; GRENISSA BONVINO STAFUZZA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; Este projeto estuda a construção do discurso crítico literário produzido por professores universitários, especialmente sob a forma de artigos críticos no que diz respeito aos estudos literários. Logo, uma análise de artigos crítico-literários universitários poderá corroborar com algumas etapas essenciais ao escopo desta pesquisa: i) a contemplação de como se dá a recepção crítica universitária de literatos; ii) a observação de um lugar de instauração destes literatos e suas obras na universidade; iii) a análise do trabalho da crítica literária e suas correntes diversas ao tratar do texto literário na universidade. Evidenciamos, sobretudo, a relação epistemológica da AD com a crítica literária, objetivando circunscrever o universo literário no imaginário acadêmico, uma vez que as teorias e críticas literárias são professadas nos cursos de Letras e sempre pensadas por professores especialistas. Consideramos, portanto, a temática desta pesquisa de suma importância para o universo acadêmico, ponderando, por um lado, em oferecer fundamentos para este tipo de análise do discurso, e, por outro, refletir sobre a nossa própria prática discursiva institucional como professores..&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projetos de pesquisa que se vinculam a este projeto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Discurso crítico cinematográfico: da crítica impressionista à institucionalização do cinema, de Lucas Garcia da Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/5753-projetos"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2013 08:38:10 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53705-projetos</link>
      <guid>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53705-projetos</guid>
    </item>
    <item>
      <title>BEM-VINDOS AO GEDIS - GRUPO DE ESTUDOS DISCURSIVOS!</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="noticia1337967805.jpg" title="noticia1337967805.jpg" src="http://gedis_letras.catalao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/592/o/noticia1337967805.jpg?1382367185" /&gt;&lt;br/&gt;O GEDIS - Grupo de Estudos Discursivos, da Universidade Federal de Goiás, Campus Catalão, desenvolve pesquisas&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O GEDIS - Grupo de Estudos Discursivos, da Universidade Federal de Goiás, Campus Catalão, desenvolve pesquisas de iniciação científica, na graduação, e de mestrado, no Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem. O interesse de estudo do grupo reside nos projetos de pesquisa que se orientam pelos estudos discursivos fundamentados na Análise do Discurso e no pensamento dialógico da filosofia da linguagem de Mikhail Bakhtin e seu Círculo.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 04 Dec 2012 08:45:47 -0200</pubDate>
      <link>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53701-bem-vindos-ao-gedis-grupo-de-estudos-discursivos</link>
      <guid>https://gedis_letras.catalao.ufg.br/n/53701-bem-vindos-ao-gedis-grupo-de-estudos-discursivos</guid>
    </item>
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